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| Saturday, 4-Dec-2004 00:00 |
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As fotos da viagem para Campina Grande/PB:
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Roberto e Geni (a brasí¬©a verde)
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sobre essa foto...
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Juliana demonstrando seus dotes...
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| Sunday, 28-Nov-2004 00:00 |
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Fotos da XIV Cerimônia de Troca de Faixas
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Oi Gente, há um tempão eu não atualizo nada... Mas vai continuar assim por mais um tempinho.
Essas são algumas das fotos da XIV Cerimônia de troca de faixas da Academia Central de Aikido - Natal/RN, que foram batidas pela minha prima, Marta. Paguei boa parte dos meus pecados sentada no tatame pelas quatro horas que a cerimônia durou, mas foi muito legal!
Beijão!
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| Thursday, 18-Nov-2004 00:00 |
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Ensaios sobre a moderna comunicação humana - 1.ª Parte
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A autora...
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Quando estava na universidade, os telefones celulares eram a mais nova moda entre os meus colegas. Não por constituÃrem alguma novidade tecnológica, porque eles já existiam há algum tempo, mas por terem a capacidade de enviar pequenas mensagens de texto entre amigos. Não preciso nem mencionar que eram temas importantÃssimos, geralmente discutidos entre dois colegas de turma enquanto uma aula subjetivamente sonolenta nocauteava os demais alunos.
Algum tempo passou e os preços dos celulares baixaram: hoje, qualquer pessoa pode adquirir um. O celular em si, já não é novidade; tampouco as mensagens de texto. O principal agora é como fazer a chamada telefônica ou enviar o texto sem pagar nada, pois, se é verdade que os preços dos telefones baixaram, também é verdade que o minuto de uso das linhas, cobrado pelas empresas telefônicas, têm aumentado. O que nos leva à brilhante conclusão de que há muitas pessoas com celulares e muito poucas com crédito.
Apesar de existirem obstáculos à sobrevivência das chamadas de celulares – inclusive com a famigerada pergunta “por acaso você não tem telefone fixo?� – os bons e velhos estudantes têm trabalhado arduamente no sentido de manter viva a tradição da comunicação via celular. Eles desenvolveram a tese dos 3 segundos.
Segundo essa tese, a ligação entre celulares nunca é paga nos primeiros três segundos de conversação, pouco importando a área em que estejam esses celulares. Portanto, seria possÃvel falar de graça ao celular, desde que a chamada não ultrapasse os três segundos.
Eu mesma já presenciei uma conversação dessas, entre amigos que se encontravam em Estados distintos, embora economicamente iguais, e devo dizer que admiro a presença de espÃrito dos usuários desse estilo de conversação. Eles são obrigados a condensar em três segundos uma pergunta ou resposta que desejem fazer e desligar em seguida apenas para atender o telefone, ouvir e compreender o que o outro fala antes de desligar (sempre nos três segundos).
Bem se sabe que não é todo mundo que consegue fazer isso; fosse por mim, a conversão nunca passaria dos monossÃlabos: Oi!, Ein?!, Ah!, Ã?, etc...
A tese dos 3 segundos certamente foi desenvolvida por algum liso desesperado que não tinha pudores de ligar para sua namorada, não falar nada e esperar que ela faça a mesma coisa. Qual a razão da minha afirmativa? Basta lembrar que nenhuma mulher ligaria para uma amiga, amigo ou namorado, para falar qualquer coisa em menos de três segundos.
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| Tuesday, 9-Nov-2004 00:00 |
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Lembrando de outros tempos
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Memória...
Estou sentada na varanda, de frente para o mar.
O sol já nasceu há algum tempo.
Não há bancos.
Uma escada de construção encostada na parede lhe faz às vezes.
O vento frio da manhã me faz querer voltar para dentro de casa.
O silêncio me cerca.
Não há nada de mágico.
Mas você está sentado ao meu lado...
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| Sunday, 7-Nov-2004 00:00 |
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Aikido - fotos do pré-exame
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Aqui vão as fotos que bati durante o pré-exame realizado no sábado (06/11/2004) na Academia.
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| Thursday, 4-Nov-2004 00:00 |
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Poema
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Meu sonho...
No caminho do bosque,
eu encontro indômita árvore.
E ela ensina aos pássaros:
“Frutificar é reafirmar-se em essência�
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| Monday, 1-Nov-2004 00:00 |
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Lá fora
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Eu me levanto e encosto minha cabeça contra o vidro da porta.
O vento forte a faz tremer.
Eu levanto meus olhos e vejo lá fora:
Um menino brincando entre ondas e areias da praia,
Quando seus pés batem forte na água, inúmeras gotas se espalham ao vento;
Pessoas atravessam o pequeno promontório,
E eu me pergunto o que as leva a trilhar um caminho tão curto
Cujo fim é por demais conhecido;
Uma pequena jangada é levada pela maré,
Apesar de frágil, três homens nela se encontram,
E seu fino mastro é vara de pescar a demonstrar suas intenções;
Um forte sol brilha
E sobe brisa
Lá fora
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| Friday, 22-Oct-2004 00:00 |
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Oi gente, estou com um pequeno probleminha no braço e vou passar um tempo sem digitar, por isso: haja foto
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| Wednesday, 20-Oct-2004 00:00 |
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Emergir
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Trovão e chuva à noite,
O crescimento vem com m choque.
Expressão e duração
Aparecem no inÃcio
As coisas não podem permanecer em quietude para sempre. As tempestades de inverno podem destruir algumas coisas, mas também preparam o caminho para a vida. Se as coisas são variadas, isso é adequado. Deve haver uma oportunidade para que novas coisas surjam e comecem o seu próprio ciclo.
Todo crescimento vem com um choque. Quando um broto rompe seu invólucro e força seu caminho até a superfÃcie da terra, é o clÃmax de um longo e profundo acúmulo de força vital. Podemos pensar que surgiu de repente, mas, na verdade, surgiu como produto de ciclos invisÃveis e sutis.
Quando a plantinha aparece, carrega consigo o padrão completo de seu crescimento, talvez até mesmo a potencialidade de uma enorme árvore. Embora o tempo e as condições favoráveis sejam necessários, nenhum desses fatores acrescenta nada à natureza inerente da plantinha. Ela incorpora completamente o seu destino. Portanto, o crescimento e o caráter da planta – e sua própria vida – estão todos presentes no momento de emergir.
| Quote: | | Fonte: Tao – meditações diárias |
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| Tuesday, 19-Oct-2004 00:00 |
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Sobre a arte da rapinagem...
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duas gatas e um cachorro
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Aprendendo do modo mais duro
(Koan retirado do site http://www.chungtao.com/chungtao/Koans/koans_all.asp?ID=Koans)
O filho de um mestre em roubos pediu a seu pai para ensinar-lhe os segredos de seu ofÃcio. O velho ladrão concordou e naquela noite levou seu filho para assaltar uma grande mansão. Enquanto a famÃlia dormia, ele silenciosamente levou seu aprendiz para dentro de um quarto que continha um armário de ricas roupas. O pai disse ao filho para entrar no armário e pegar algumas roupas. Quando o rapaz fez isso, seu pai rapidamente fechou a porta e o prendeu lá dentro. Então ele saiu, e bateu sonoramente na porta da frente, acordando consequentemente a famÃlia que dormia, e rapidamente fugiu antes que qualquer pessoa o visse.
Horas mais tarde, seu filho retornou à casa, em trapos e exausto.
"Pai!" ele gritou em fúria, "Porque o senhor me prendeu no armário? Se eu não tivesse usado desesperadamente meus recursos com medo de ser descoberto, eu jamais teria escapado. Tive que abandonar toda a minha timidez para sair de lá!"
O velho ladrão sorriu: "Filho, você acabou de ter sua primeira lição na arte da rapinagem..."
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