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| Wednesday, 18-May-2005 00:00 |
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Mais chuva
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O que a Prefeitura sente quando chove...
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Eu sei... Vocês já me ouviram reclamar muito sobre as chuvas de Natal/Rn e dos alagamentos da cidade, mas nunca é demais! Isso mesmo, Natal é uma cidade surpreendente até quando chove!
Choveu tanto que inundou o Teatro Alberto Maranhão... as lojas em frente ao CCAB Norte (na Avenida Afonso Pena)... estacionamento de um determinado hotel... diversas lagoas de captação da cidade transbordaram... um pedaço de duna caiu na Via Costeira... Pode escolher o desastre, que em algum lugar de Natal aconteceu por causa da chuva! Talvez o Inominado tenha participado de uma maratona de dança?
Eu vi gente navegando em caixas de isopor pela cidade e comprovei que quando o navio (ou a cidade) está afundando, os ratos correm primeiro... Os ratos de Natal correram e tentaram subir nas corajosas pessoas que andavam pelas lagoas formadas pela chuva. Gente ficou sem carro, sem casa, sem geladeira (?)... Também teve gente que ficou com carro no meio da água.
Só posso dizer às pessoas que ficaram no meio da chuva que elas têm pouca imaginação! Tão simples de resolver o problema de andar de carro em Natal quando chove que existem até livros escritos sobre o assunto. Não conhece o segredo? Pois bem, aí vai:
Choveu. Pegue uma pomba e solte pela janela de sua casa. Se ela voltar com um ramo no bico, é porque existe terra seca e é possível sair de casa. Se não, junte um casal de cada animal existente na terra e espere por quarenta dias e quarenta noites (Essa última hipótese deve ser a preferida do meu gato, porque ele anda estocando comida no último andar da minha casa. Quem sabe ele anda com algumas informações privilegiadas? )
Quanto aos demais brasileiros pertencentes às áreas secas do Brasil, se vir um natalense boiando por aí, favor encaminhá-lo de volta para o Nordeste. Pode ser por entrega simples dos Correios, não precisa gastar muito! Deus sabe que a Prefeitura daqui não gasta tanto!
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| Saturday, 14-May-2005 00:00 |
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O que é estar de ressaca...
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Bruno no maior cajueiro do mundo - Pirangí/RN
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Jú, Néia e Bruno no Forte dos Reis Magos - Natal/RN
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Bruno explicando a arquitetura do Forte do Sapinho
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Na segunda-feira (pós semana santa)
O sublime estado em que me encontro é resultado direto de duas raves, tequila e um show, tudo misturado com o suave perfume que exala as noites de Pipa, notadamente nos locais fechados.
E sem maiores cerimônias, eu vou para o espelho...
Pasma! Não tive escolha além de me deixar afundar na cama... Ainda lutando contra os fatos, voltei e prendi meus cabelos, fazendo círculos para ver, ao máximo, o que o espelho podia me mostrar do meu pescoço... Não satisfeita, apelei para o tato... para cima, para baixo... nada... o sinal tinha sumido! Impossível!
A dúvida lentamente foi substituída pela revolta! Era demais, simplesmente demais! Não bastavam as incontáveis mãos direcionadas à minha saia, cujos proprietários apenas Deus em sua onisciênscia podia conhecer, ou tantas outras determinadas à arrancar minha blusa, nem os dedos que correram em se cabelo... tinham que levar o meu sinal?!?
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| Sunday, 8-May-2005 00:00 |
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Em homenagem ao 08 de maio...
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Conselhos de mãe...
"Está me ouvindo?!? Sempre case com separação de bens!"
"Homens bonitos só existem a partir da Paraíba, seguindo para o sul do Brasil."
"Não case com o primeiro que aparecer, você precisa namorar muitos para saber qual o melhor."
"Se for para uma praia de nudismo, não perca tempo! Vá agora; não deixe para quando atingir os 50 quando não tiver nada para mostrar!"
"Esse seu alarme é uma merda; só serve para fazer barulho..."
“Não beba nada do copo de ninguem, viu?
"Minha filha, vc tem um ano muito duro pela frente, vc precisa de um amigo para se divertir..." (divertir como??)
“Arranje alguém pra pagar seu táxi, viu?!
"Cuidado!A virgindade acaba num instante."
"Não dê ouvidos ao que a sua avó anda dizendo..."
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| Tuesday, 3-May-2005 00:00 |
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What it is to be me
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Para ser eu mesma eu só preciso:
1- mudar de idéia a cada cinco minutos, não vale à pena ser previsível.
2- mórbida compulsão por endividar-me perante Bancos, manter uma relação sado-masoquista com os meus cartões de crédito e por livrarias.
3- continuar usando a calça jeans de dez anos atrás que quase me jogou da escada duas vezes.
4- ser apenas ligeiramente mais dramática do que as novelas das oito da Rede Globo.
5- passar 15 minutos escovando os dentes enquanto ando pela casa ou uso o computador ou leio ou assisto televisão ou etc. Um dia ainda vou tentar assobiar...
6- esperar até o último segundo da última hora disponível para começar algum trabalho que deveria ter sido entrego ontem.
7- sempre surpreender com a minha conta de celular.
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| Friday, 29-Apr-2005 00:00 |
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T[á chegando a hora de declarar o Imposto de Renda...
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Pensando na minha afetuosa relação com a Receita Federal eu concluí o seguinte:
Até parece loucura
Não sei explicar
E a verdade mais pura
Eu não consigo declarar
Ô Leão me desculpe
Não quis te ferir
Mas dizer a verdade
Não é melhor que mentir
Insensível
Insensível você diz
Impossível
Fazer você feliz
Às vezes você me esquece
E sinto prazer
Mas eu sei que é difícil
Você conseguir me esquecer
Entre outras pessoas
É tão natural
Por que será que comigo
Não pode ser igual?
Não fui eu
Foi você quem escolheu
Viver nesse mundo tão frio
Tão frio...
[quote]A imagem pertence a http://www.oieuoi.blogger.com.br/imposto.jpg[/quote]
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| Friday, 15-Apr-2005 00:00 |
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Nasrudin
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De cabeça para baixo
"Mullá, quando você morrer", perguntou um amigo, "de que jeito gostaria de ser enterrado?"
"De cabeça para baixo. Se, como acreditam as pessoas, o jeito de estar nesse mundo é sobre os pés, no próximo eu quero tentar ficar de cabeça para baixo."
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| Sunday, 10-Apr-2005 00:00 |
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A dança da chuva
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Sparks fly
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Minha mãe, se preparando para saber da notícia
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O simpático do meu gato
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Tudo bem... eu estou ciente do meu compromisso de manter este flog atualizado e até tenho bolado algumas idéias para manter-me fiel, mas simplesmente foi impossível escrever qualquer coisa esta semana.
Esta semana, desde a morte do Papa < está em todos os noticiários, portanto eu tinha que falar ou alguém ia pensar que não moro no planeta Terra >, foi um desastre.
Primeiro, eu me endividei, tanto, mas, tanto, que quando eu ando, meus passos soam como uma antige a conhecida cantilena do interior do Nordeste:"eu sou do banco... do banco... do banco do brasil... quase faliu...". Pois é, os próximos quarenta e oito meses da minha vida serão dedicados a pagar essa dívida que, como toda boa desgraça, não veio sozinha. Ah não! Seguindo os preceitos antigos, duas outras dívidas surgiram: emplacamento e seguro. Depois vem licenciamento, depois, todo mês, gasolina, depois... ARGH!
Agora o ponto alto da semana, o que me impediu mesmo de atualizar o flog, foi um certo amigo meu, doravante chamado de o inominável, que veio me visitar! Bem, esse meu amigo tem poderes mágicos! Todo vez que ele vem aqui em casa, algum desastre aquático acontece.
Não estou brincando, nem exagerando. Da primeira vez, estávamos conversando tranquillamente na sala quando ele me demonstrou sua fantástica técnica de dança da chuva! Imediatamente, um fio espesso de água começou a jorrar do teto da sala. Pasma, vi o fio ser seguido por outros tantos outros fios até que todo o telhado se transformasse em uma cachoeira in doors, ameaçando inundar toda a sala. Aparentemente, todo o sótão da casa foi inundado pelos extraordinários poderes do meu amigo e a água acabou transbordando para a sala de baixo, onde nós estávamos conveersando.
Ainda estão duvidando? Muito bem! Sábado, eu e meu amigo inominável estavamos conversando de novo na citada sala. Nova dança da chuva. Sapinho < a.k.a. Pingo, o meu cachorro> começou a ganir desesperadamente na garagem da minha casa. Para o meu terror, a garagem estava inundada por uma lâmina de três centímetros de água que ousadamente seguia em direção à porta de entrada com o fino intento de levar a casa inteira com ela. Graças aos latidos do Sapinho, voltei ao meu estado normal e comecei a ameaçar o meu amigo para que parasse a maldita dança antes que toda a casa fosse invadida pela água.
Para quem não me conhece, a dança consiste em deixar o seu carro perfeitamente estacionado a poucos centímetros acima da minha casa enquanto um temporal está caindo em Natal. Isso faz a água da chuva represar e começara subir rapidamente a calçada da minha casa, avançar pela garagem, entrar pela sala, descer as escadas em cachoeira para atingir a biblioteca, atravessar a cozinha e, finalmente, chegar ao corredor por onde ela deveria ter passado inicialmente.
Essa situação é facilmente compreendida por mim, mas para o coitado do meu amigo... Ele ficou sem entender o que acoentecia, enquanto eu gritava para ele tirar o carro do local onde estava e anunciava o tsunami que ia em direção à cozinha. Nesses momentos eu apreciou esse meu lado sádico, observador e tão dado a detalhes da minha personalidade: a cara dele estava impagável. Eu testemunhei o seu cérebro se esforçar para lidar com a quantidade de detalhes que lhe eram transmitidos por seus olhos, ouvidos e demais órgãos sensoriais, tudo isso alí parado debaixo da chuva e em pá no meio de uma corrente de água suja.
Após apreciar essa cena, impagável, decidi que ele precisava de mais algum incentivo e, ignorando a vizinhança embasbacada < bem, eles já deviam estar acostumados com o carnaval que é a minha casa >, comecei a encorajar o meu amigo:
- NÃO FICA AÍ PARADO!!!! TIRA LOGO O CARRO! VAI, VAI, VAI!!!!
Finalmente, o cérebro registrou o que foi dito. Mais uns cinco minutos depois, ele conseguiu tirar o carro e a água começou a parar de entrar dentro de casa. Nesse meio tempo, minha doberman sentou-se estoicamente na sala e contemplava o trabalho da água dentro de casa, meu gato mostrava visíveis sinais de reprovação na outra ponta da casa, enquanto o Sapinho, verdadeiro herói da história < quase um menino que correu bravamente para avisar os moradores da vila sobre o perigo da represa que ia rebentar >, corria alegremente pela única sala seca da casa.
Vou poupá-los do trabalho de ter de ler sobre a limpeza da casa. Até porque, meus braços dóem de tanto puxar água.
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| Friday, 1-Apr-2005 00:00 |
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voltando ao ar e não falando sério
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pessoa desconhecida furtando mangas na beira da estrada...
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... pessoa desconhecida com o produto do furto...
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Bibinho: o exterminador!
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| Quote: | | Mil desculpas pessoal!!! Mas o meu computador estava de férias em alguma praia paradisíaca e desconhecida para qual todos os computadores vão quando quebram na mão de seus donos. Isso tudo só para conspirarem contra pobres trabalhadores esforçados que dependem imensamente deles... É isso ou eles me odeiam... ou eu tenho toque da morte para os computadores! huhauahuaua |
Sobre a maturidade...
Quinze dias atrás:
"ai meu Deus olha só a pilha de trabalho para fazer... aaaaaaaaaaaargh.... quer saber? deixa para amanhã"
Dez dias:
"tá aumentando... incrível! eu realmente preciso dar um jeito de adiantar o serviço... quem sabe uns relatórios? deixa ver... hum... que chato... ooops! minha músicaa!!!!!!!"
Uma semana atrás:
"é agora! semana santa! feriadão... muito tempo livre, ninguém para me perturbar, vou dar uma boa corrida e melhorar a produção!"
Seis dias:
"ahh... a vida é boa! vai ter praia, sol, shows! depois do feriado, né? ninguém é ferro!!"
Quatro:
"uma praaaaia... um solzinho... boa companhia... segunda feira eu começo! definitivamente... também nem adianta pensar nisso agora... que brinco lindo!?!"
Um dia:
"pronto! não dá mais para enrolar! é agora ou nunca! só vou dar uma olhadinha nos e-mails..."
15 horas:
" como o tempo passa rápido! nem percebi... ah! deixa, daqui há trinta minutos eu começo..."
12 horas:
"humm... só trinta minutos...
7 horas...
"eu também preciso dau umas pausas para descansar, né?
4 horas...
"perfeito, um terço da pilha já era... que fome..."
2 horas...
"aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa"
0 hora, duas xícaras de café, dez unhas e um relaxante muscular depois...
"burro de carga... descabelada... sozinha... escadas acima... pilha insanamente pesada...subindo ..."
Quatro horas depois...
"... cadê a minha chefe?"
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| Saturday, 5-Feb-2005 00:00 |
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Acontece nos filmes, acontece na vida real
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Tanque das Carpas no parque do Ibirapuera
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Cheguei em Sâo Paulo exausta, nenhuma outra palavra descreeve melhor o meu estado. Não apenas chateada com o desconforto do avião, mas com o cansaço do dia, as corridas, as filas, os barulhos, tudo. Em poucas palavras: eu queria uma boa noite de sono.
Mas ainda não era possível. A BRA é gentil o suficiente para fornecer um ônibus para seus passageiros que tenham como destino o aeroporto de Congonhas. De lá, eu me encontraria com a minha mãezinha querida e depois iria para a casa do meu tio. Abençoado ônibus!
Fui pescando durante todo o trajeto. A paisagem tinha aquela tonalidade azulada das noites pouco iluminadas e o silêncio dos que dormem. Uma única vez, eu acordei durante o caminho e vi passar um enorme caminhão de tonalidades azuis que suspirava pesadamente ao lado da minha janela.
Flashback: Tom Hanks, fazendo o papel de náufrago com seu inesquecível amigo Wilson. A cena: ele está em alto mar na jangada que ele mesmo construíu e ao lado dele aparece uma enorme baleia.
De volta para a realidade, só me veio à cabeça a propaganda da TNT: "Acontece nos filmes, acontece na vida real".
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| Friday, 4-Feb-2005 00:00 |
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(In)definindo-se
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Lua Adversa
Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha
Fases que vão e que vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases, como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...
De Cecília Meireles...
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